Ranken
Uma plataforma com potencial real de crescimento, mas com uma marca que não sustentava o próximo ciclo. Nome, posicionamento, identidade — tudo precisava evoluir junto.

Marca estagnada, negócio em crescimento.
A Ranken chegou à MAM com um problema claro: o negócio estava evoluindo, mas a marca não acompanhava. Tinham construído algo real — uma plataforma que organiza o tênis amador, com comunidade ativa em Maringá e Londrina — mas a expressão da marca não traduzia isso.
O que estava desalinhado
O nome carregava ambiguidade. O posicionamento era difuso — não ficava claro o que a Ranken era, para quem era, e por que importava. A identidade visual tinha sido criada na largada, com pressa, sem método. E o mercado não parava: novas cidades, novos investidores, nova ambição.
A pergunta que trouxeram para a MAM era direta: como fazemos a marca crescer junto com o negócio?

Antes de redesenhar, entender.
Aplicamos o Ciclo de Marca para mapear onde a Ranken estava, o que havia sido construído e o que precisava mudar. Quatro achados guiaram todo o projeto.
O que o diagnóstico revelou
A plataforma tinha produto validado, comunidade engajada e modelo de negócio provado. O problema não era o que eles faziam — era como comunicavam.
Rebranding não é apagar o passado. É usar o que foi construído como base para o próximo ciclo. Tudo que a Ranken havia conquistado precisava ser preservado e amplificado — não descartado.
Definimos o alcance exato: nome, posicionamento, narrativa e identidade visual. Sistema completo, construído em cima da fundação que já existia.
Nome com teto baixo
O nome original não sustentava o crescimento. Ambíguo, difícil de posicionar — e não escalava para novas cidades e mercados.
Posicionamento disperso
Sem um território claro definido, a marca tentava se comunicar com todo mundo — e não conectava com ninguém de forma profunda.
Identidade sem sistema
A identidade havia sido criada na largada, sem método. Peças soltas, sem coesão. Não havia vocabulário visual que pudesse escalar.
Equity para preservar
A comunidade era real, o produto era sólido, o reconhecimento local existia. O rebranding precisava carregar esse capital — não ignorá-lo.
O sistema que sustenta o crescimento.
Nome redefinido. Posicionamento claro. Identidade visual construída como sistema — não como peças avulsas. Cada elemento foi decidido antes de ser desenhado, a partir da estratégia, não da intuição.












- 01Nome com ambiguidade e teto de crescimento
- 02Identidade criada sem método, peças sem coesão
- 03Posicionamento disperso, sem território definido
- 04Visual que não acompanhava a ambição do negócio
- 01Nome que escala — claro, memorável, sem teto
- 02Sistema visual coeso: símbolo, paleta, tipografia, grafismo
- 03Posicionamento definido: plataforma que organiza e conecta jogadores
- 04Identidade que sustenta expansão para novas cidades e investidores
A marca viva em cada ponto de contato.
Do app ao ambiente físico. A nova identidade foi construída para viver em movimento — telas, materiais, comunicação digital e presença nas quadras.




A marca que se move, convence.
Identidade não termina no impresso. O sistema foi desenhado para viver em movimento — da comunicação digital ao dia a dia nas quadras.
Marca que sustenta o próximo ciclo.
“A MAM entendeu que não precisávamos começar do zero — precisávamos evoluir o que já tínhamos construído. A marca que entregaram sustenta o lugar onde queremos chegar.”
Sua marca está pronta para a próxima fase?
Descubra onde sua empresa está hoje e quais decisões precisam ser tomadas para seu próximo ciclo de crescimento. Conte um pouco sobre o seu momento — respondemos pessoalmente.